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	<title>Naiana Magalhaes</title>
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	<description>Naiana Magalhaes</description>
	<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 14:47:21 +0000</pubDate>
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		<title>Delicado, 2011</title>
				
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 14:38:15 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Naiana Magalhaes</dc:creator>

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		<title>Polvo, 2012</title>
				
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 14:40:05 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Naiana Magalhaes</dc:creator>

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	O vídeo acima implica a minha reelaboração das imagens que compõem a paisagem da construção civil no litoral.
Trata-se de um setor produtivo que carrega grandes vetores de desigualdade social e mal-estar urbano, mas que através de
uma operação poética, em meio ao incômodo, pode-se fazer emergir momentos de devaneio e reflexão. Escolho a sutileza
como estratégia de resposta à agressão monumental que são as edificações destas cidades, o que ressoa certa ironia face à
impossibilidade de responder à altura de algo tão grande e aparentemente inalcançável.
	
 


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		<title>Contos do Banheiro, 2013</title>
				
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 14:41:06 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Naiana Magalhaes</dc:creator>

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O caráter furtivo da imagem
Por Marcelo Campos


	Naiana Magalhães apresenta rara compreensão da imagem em movimento, criando filmes, onde situações corriqueiras e familiares tornam-se apartadas da trivialidade para adquirirem teor enigmático. Com graduação no curso de Artes Visuais da Universidade de Fortaleza (2012); aluna do Laboratório de Artes Visuais da Vila das Artes em Fortaleza (2012), da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2013-2014), e, agora, mestranda no Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Ceará (PPGArtes), a artista se apropria da câmera para registrar observações de esguelha, enviesadas, por entre as frestas de portas e janelas. De outro modo, sobrevém a observação distanciada, a ponto de se omitir-se frente aos personagens da narrativa. Naiana faz uso de certo ar irônico e surrealista, pois retira de fatos diversos, repetitivos, o absurdo do comportamento humano.
Diante das portas de cabines dos banheiros femininos, a artista registra a agitada movimentação nos oferecendo a visão recortada, pela metade, do piso, onde entram e saem pernas evidenciadas, apenas, pelos tornozelos e pés. A barulhenta circulação torna os assuntos, os rumores, passíveis de certa graça inusitada. E o tom da narrativa é vivamente sublinhado pelo enquadramento da imagem, assim como por seus cortes. Ao final, uma das personagens percebe que há uma câmera furtiva, indiscreta e o filme termina antes de nos revelar o rosto da mesma.
Torna-se bastante louvável perceber a força da imagem e de sua inserção num contexto que somente pode fornecer sensações atributivas, como a curiosidade, o fetichismo, por se tratar das finalidades sem fim da obra de arte.
	



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		<title>Pecado nº 2, 2013</title>
				
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 14:42:17 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Naiana Magalhaes</dc:creator>

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		<title>Ceia Primitiva, 2014</title>
				
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 14:43:01 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Naiana Magalhaes</dc:creator>

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		<title>Manga com Leite, 2014</title>
				
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 14:44:01 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Naiana Magalhaes</dc:creator>

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		<title>3:33, 2014</title>
				
		<link>https://naianamagalhaes.com/3-33-2014</link>

		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 14:45:03 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Naiana Magalhaes</dc:creator>

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		<title>Ceia Primitiva II, 2014</title>
				
		<link>https://naianamagalhaes.com/Ceia-Primitiva-II-2014</link>

		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 14:45:29 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Naiana Magalhaes</dc:creator>

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		<title>Conflito, 2014</title>
				
		<link>https://naianamagalhaes.com/Conflito-2014</link>

		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 14:47:21 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Naiana Magalhaes</dc:creator>

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		<title>Café Colonial, 2014</title>
				
		<link>https://naianamagalhaes.com/Cafe-Colonial-2014</link>

		<pubDate>Sun, 17 Jul 2016 13:57:33 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Naiana Magalhaes</dc:creator>

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	"Café colonial é instigante. Há um prazer estético na visualidade dos tons café com leite que se misturam na pele. A toalha de mesa e a xícara em corte trazem a atmosfera que o título inspira. Mas não é só a cor e a pictoralidade que este video propicia e seduz mas, suas imagens trazem uma potência de História do Brasil, cultural e política. A relação histórica do café com leite, a luta de predomínio econômico entre Minas Gerais e São Paulo, a nossa cultura fundida entre cores de pele brancas e negras, acasaladas e geradoras de muitos outros tons intermediários. A simplicidade do video e o tempo de duração são uma qualidade."
Brígida Baltar
	
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